Meu Nome Não é Johnny no CineB de setembro
Confira a programação de setembro do Cine B e assista Meu Nome não é Johnny em sessões gratuitas. O curta do mês é Ângelo Anda Sumido, do sempre divertido diretor Jorge Furtado.
O Cine B é realizado pela Brazucah em parceria com o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região (www.spbancarios.com.br) e leva o melhor do cinema brasileiro para os bairros de São Paulo, Osasco e municípios da Grande São Paulo.
JARDIM DA CONQUISTA
19 DE SETEMBRO - SEXTA FEIRA
Horário: 19h
Local: Escola Estadual Vila Bela
Endereço: Travessa Terra Tombada, S/N. Jardim da Conquista - Zona Leste
Retirada de convites falar com : Professores : Valério e Samara
Informações : 2731 7940
CENTRO CULTURAL ANGOLA DA PENHA
17 DE SETEMBRO, QUARTA FEIRA
Horário: 19h
Local: Gingarte - Centro Cultural Angola da Penha
Endereço: Avenida Gabriela Mistral, nº 723 - Penha de França
Telefone para contato falar com : Metre Delicado - 9904-8807
Retirada de convites com: Mestre Delicado ou Mônica
Informações: 9904-8807
ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO JARDIM ROSANA
27 DE SETEMBRO - SÁBADO
19h
Local: Quadra da Associação dos Moradores do Jardim Rosana
Endereço: Rua Reverendo Peixoto da Silva, 121 , Jardim Rosana - Zona Sul
Retirada de convites com Mauro
Informações: 5841 7581
Sinopse
Ângelo Anda Sumido
Direção: Jorge Furtado
Classificação Livre
Dois amigos tentam chegar a um restaurante para jantar e se perdem no labirinto de grades, muros e cercas de uma cidade.
Meu nome não é Johnny
Direção: Mauro Lima
Classificação 14 anos
João Guilherme Estrella (Selton Mello) nasceu em uma família de classe média do Rio de Janeiro. Filho de um diretor do extinto Banco Nacional, ele cresceu no Jardim Botânico e freqüentou os melhores colégios, tendo amigos entre as famílias mais influentes da cidade. Carismático e popular, João viveu intensamente os anos 80 e 90. Neste período ele conheceu o universo das drogas, mesmo sem jamais pisar numa favela. Logo tornou-se o maior vendedor de drogas do Rio de Janeiro, sendo preso em 1995. A partir de então passou a freqüentar o cotidiano do sistema carcerário brasileiro.
